| Marco | O que fazer | Por que nesta ordem |
|---|---|---|
| D-120 | Conferir ou implantar o microchip ISO 11784/11785 | É o primeiro carimbo do processo: nada que aconteça antes do chip vale para a UE |
| D-115 | Antirrábica aplicada DEPOIS do chip | A quarentena europeia confere as datas: vacina anterior ao chip é descartada, mesmo válida no Brasil |
| D-90 | Coleta da sorologia (FAVN/RFFIT) em laboratório aprovado | Os 3 meses de espera contam da coleta, não do resultado. Coletar em D-90 faz a liberação coincidir com o voo; cada dia de atraso aqui empurra o embarque |
| D-30 | Reservar a vaga do Pet no voo e validar a rota contra o calor | Vagas são limitadas e, entre junho e setembro, voos via Madri podem sofrer embargo de temperatura no porão. Melhor descobrir isso com um mês de folga do que na semana do embarque |
| D-10 | Atestado de saúde veterinário | Documento recente que sustenta o CVI e a inspeção na chegada |
| D-5 a D-3 | CVI no Vigiagro (há e-CVI para vários fluxos) | Validade de 10 dias: emitir nesta janela cobre embarque e desembarque com margem |
| D-0 | Embarque | Entrada por ponto de viajantes com sorologia liberada e CVI vivo |
Cada etapa está destrinchada no guia da Espanha por conta própria; o orçamento item a item está em quanto custa levar Pet para a Espanha sozinho.
A Espanha divide com Portugal a nota 5 de 10 no nosso Índice de Dificuldade DIY: dá para fazer sozinho, mas metade de quem tenta trava. Onde os tutores da rota espanhola escorregam:
Trate D-120 como piso, não como meta. Nossa recomendação prática é somar 2 a 4 semanas de gordura e mirar 135 a 150 dias, porque três variáveis fogem do seu controle: a fila do laboratório, a possibilidade de um título abaixo de 0,5 UI/ml exigir nova coleta e a agenda do Vigiagro na semana exata do CVI. Nenhuma delas é provável isoladamente; a chance de nenhuma acontecer em 4 meses é menor do que parece.
Já está atrasado? Faça a conta fria: da coleta do sangue até o voo existem 90 dias? Se sim, ainda dá, correndo. Se não, a espera europeia não negocia: as saídas reais são remarcar o voo, embarcar antes e o Pet viajar depois com alguém de confiança, ou como carga acompanhada por agente. O mapa de decisão de quem travou está em comecei o processo sozinho e travei, e o hub por conta própria reúne os guias de todos os destinos. Se quiser um par de olhos experientes no que você já fez, a gente audita.
Se a coleta da sorologia foi feita há pelo menos 90 dias e chip e vacina estão em ordem, sim: reserva, atestado e CVI cabem em 30 dias. Se a coleta ainda não aconteceu, não: os 3 meses de espera da União Europeia não cabem nesse prazo.
Pode e deve. Com microchip e antirrábica na ordem certa, a coleta pode ser feita hoje, e o resultado aprovado permanece válido enquanto a vacinação for renovada sem lapso. É o único jeito de "guardar" tempo nesse processo.
Afeta. Companhias aplicam embargo de temperatura quando o solo passa de certos limites, e o verão de Madri ultrapassa 35°C com frequência. Pets no porão podem ser recusados nesses períodos. Voos noturnos, rotas alternativas ou viajar fora do pico do verão resolvem.
10 dias, como para toda a União Europeia. Por isso ele é a última peça do cronograma: emita entre 5 e 3 dias antes do voo, com o agendamento no Vigiagro feito com antecedência para não depender de sorte na agenda.
Os marcos sanitários são os mesmos em toda a UE: chip, vacina, sorologia com 3 meses da coleta e CVI. O que muda é o ponto de entrada de viajantes onde os documentos são conferidos. Depois de dentro do bloco, a circulação com o Pet é livre.
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