Pet Viajante
Itália por conta própria

Dá para levar Pet para a Itália por conta própria? Guia realista com cronograma e riscos

Dá, seguindo o regulamento da União Europeia. A Itália exige microchip ISO, vacina antirrábica após o chip, sorologia aprovada em laboratório credenciado, 3 meses de espera após a coleta e CVI do MAPA válido no embarque. O complicador prático da Itália é a rota: quase sempre há conexão europeia (Lisboa, Madri, Paris, Amsterdã ou Frankfurt), e cada hub tem regras próprias para Pets em trânsito. Viável por conta própria com 4+ meses de folga. Regras conferidas em agosto/2026.

O processo (padrão UE) e o fator rota

No papel, a Itália é igual a Portugal e Espanha:

Na prática, o que muda tudo é a rota. Voos diretos Brasil–Itália com Pet são raros; a maioria conecta em outro país da Europa. Isso significa lidar com as regras de trânsito do hub: a KLM em Amsterdã, a Lufthansa em Frankfurt, a Air France em Paris e a Iberia em Madri têm políticas diferentes de tempo mínimo de conexão, reapresentação do Pet e limites por aeronave.

Cronograma de trás para frente

Prazo antes do vooEtapa
120+ diasMicrochip + vacina antirrábica (nesta ordem)
~110 diasColeta da sorologia (mínimo 30 dias após a vacina)
90 diasEspera obrigatória (conta da coleta com resultado aprovado)
45 diasReserva do Pet no voo (limite de animais por aeronave lota rápido em alta temporada)
10 diasAtestado de saúde + agendamento Vigiagro para o CVI

Alta temporada para a Itália (verão europeu, festas) lota os espaços de Pet por voo meses antes. Quem deixa a reserva para o final descobre que o voo dos sonhos não tem vaga para o animal.

Onde quem vai para a Itália trava

Fazer sozinho ou com apoio?

Sozinho: viável se você tem 4+ meses, flexibilidade de datas, Pet sem restrições (braquicefálico, porte grande) e paciência para estudar o regulamento da UE, o MAPA e as regras de duas companhias (a do trecho longo e a da conexão).

Com a gente: faz diferença quando a data é fixa, o Pet vai de porão ou cargo, ou a rota tem escala. Escolher o hub certo para o perfil do seu Pet é metade do sucesso dessa viagem, e é o tipo de coisa que só quem embarca Pets toda semana sabe de cabeça.

A Pet Viajante já embarcou mais de 15.000 Pets para mais de 70 países, Itália incluída com frequência. Se quiser, começamos com uma auditoria honesta do seu caso: o que já está válido, o que falta e qual rota faz sentido. Veja também o guia geral por conta própria e o comparativo por destino.

Perguntas frequentes

A Itália exige quarentena para cães e gatos do Brasil?

Não. Cumprindo as regras da UE (microchip, vacina, sorologia aprovada e espera de 3 meses após a coleta), não há quarentena na chegada.

Existe voo direto do Brasil para a Itália com Pet?

São raros. Na maioria dos casos a rota conecta em hubs como Lisboa, Madri, Paris, Amsterdã ou Frankfurt, e as regras de trânsito do Pet variam por companhia e aeroporto. O planejamento da conexão é a parte mais delicada dessa rota.

Posso fazer o processo para a Itália sozinho?

Pode. Com 4 meses ou mais de antecedência, datas flexíveis e conferência das fontes oficiais, o processo é viável. Os pontos de maior risco são a contagem da sorologia, a janela do CVI e a logística da conexão.

Quantos Pets uma aeronave aceita por voo?

Poucos, e varia por companhia e aeronave (tanto na cabine quanto no porão). Em alta temporada as vagas esgotam com meses de antecedência, por isso a reserva do Pet deve ser feita junto com a passagem.

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