Pet Viajante
Processo

A documentação da viagem internacional do Pet, explicada sem juridiquês

O núcleo é o mesmo para quase todo destino: microchip ISO → vacina antirrábica → sorologia (quando exigida) → atestado de saúde → Certificado Veterinário Internacional (CVI), mais os formulários da companhia e as exigências do país. O segredo que ninguém conta: a ordem e as janelas de prazo importam mais que os documentos em si. O processo leva de 60 a 180 dias.

Documentação de Pet não é difícil como física quântica; é difícil como receita de suflê: ingredientes simples, mas fora de ordem ou fora de tempo, desanda tudo e recomeça. Aqui está cada peça e a pegadinha de cada uma.

Documento por documento

DocumentoO que é e onde mora a pegadinha
Microchip ISOIdentificação eletrônica no padrão internacional. Pegadinha: precisa vir ANTES (ou no mesmo dia) da vacina que valerá para a viagem; microchipar depois invalida a vacina para fins de viagem.
Vacina antirrábicaAplicada após o microchip, com validade cobrindo toda a viagem. Pegadinha: reforço fora da janela de validade quebra a sequência e reinicia prazos.
Sorologia antirrábicaExame de laboratório credenciado que comprova a eficácia da vacina; exigida pela União Europeia e outros destinos para animais vindos do Brasil. Pegadinha: janelas mínimas entre coleta, resultado e entrada no destino. É a etapa que define o cronograma.
Atestado de saúdeEmitido pelo veterinário do animal em prazo curto antes do voo. Pegadinha: a validade é contada em dias e precisa casar com a emissão do CVI.
CVIO passaporte de saída: emitido pelo órgão veterinário oficial brasileiro com base em tudo acima. Pegadinha: validade curta e casada com a data do voo, e qualquer inconsistência nos documentos anteriores trava a emissão.
Formulários extrasDa companhia aérea (reserva do animal, declarações) e do país de destino (autorizações prévias, formulários de importação como o do CDC americano). Pegadinha: mudam sem aviso; confirmar uma vez não basta.

A linha do tempo que funciona

Cada destino ajusta esse esqueleto: veja o cronograma do seu caso nos guias por destino ou direto na simulação gratuita.

Fazer sozinho ou contratar?

Dá pra fazer sozinho, e este guia existe pra te ajudar de verdade. A conta a fazer é de risco: uma janela errada custa exames refeitos, passagem perdida e viagem adiada, valores que costumam superar a assessoria. Se decidir fazer por conta própria, comece com 6 meses e confirme tudo nas fontes oficiais do destino perto da data, porque regras mudam no meio do caminho, e nós já replanejamos rotas inteiras por isso.

Perguntas frequentes

Gato precisa dos mesmos documentos que cachorro?

O esqueleto é o mesmo (microchip, vacina, sorologia quando exigida, atestado e CVI), com diferenças pontuais por destino; alguns países são mais brandos com gatos em exigências específicas.

Meu Pet já tem microchip antigo. Serve?

Se for do padrão ISO e legível, em geral sim, desde que a vacina válida tenha sido aplicada depois dele. Microchip fora do padrão pode exigir leitor próprio ou novo chip: verificamos isso na avaliação.

Sorologia vale para sempre?

Para vários destinos ela permanece válida enquanto a vacinação antirrábica for mantida em dia, sem quebra de validade. Quebrou a sequência de vacina, a sorologia cai junto: é a quebra mais cara do processo.

Quanto custa só a parte de documentação?

É o escopo que fica perto do piso da nossa faixa (R$ 800 a R$ 7.000): você executa, a gente garante a parte técnica e as janelas.

Quer o cronograma exato do seu destino?

Um especialista monta as janelas do seu caso, com as regras vigentes, e envia pelo WhatsApp. Gratuito.

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