Erros
Os 10 erros que barram o Pet no embarque internacional
Mais de 50% dos tutores que nos procuram já cometeram pelo menos um destes erros. O resultado: cronograma reiniciado, dinheiro perdido ou, no pior caso, Pet barrado no balcão do aeroporto.
Os 10 erros mais comuns
- 1. Vacinar antes do microchip: invalida a vacina, reinicia todo o cronograma. É o erro mais frequente e mais caro.
- 2. Microchip fora do padrão ISO: o leitor do destino não reconhece, Pet retido.
- 3. CVI vencido: tem validade de ~10 dias. Se o voo atrasa ou remarca, o CVI precisa ser reemitido.
- 4. Não reservar a vaga do Pet no voo: as vagas são limitadas por aeronave. Sem reserva, sem embarque.
- 5. Caixa fora do padrão IATA: tamanho errado, sem ventilação ou trava = embarque negado.
- 6. Sorologia em laboratório não aprovado: o resultado não é aceito pelo destino.
- 7. Ignorar restrição de raça no destino: Pet apreendido na chegada.
- 8. Comprar passagem antes de resolver documentação: se os documentos não ficam prontos a tempo, perde o voo.
- 9. Não verificar embargo sazonal: calor ou frio extremo = companhia suspende transporte de Pet.
- 10. Sedar o Pet: proibido pela maioria das companhias e contraindicado em altitude.
Como evitar todos eles
A sequência correta é simples quando você sabe: microchip, vacina, sorologia (se exigida), exames, CVI, embarque. Mas cada destino tem prazos diferentes, e cada companhia tem regras próprias. Um especialista evita que você descubra o erro no balcão do aeroporto.
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