Cada pais tem regras proprias para entrada de animais. O que vale para um destino pode nao valer para outro. Os motivos mais comuns de barramento sao:
O fiscal sanitario do aeroporto de destino e soberano. Se ele entende que a documentacao nao atende aos requisitos, o Pet nao entra.
Dependendo do pais e da gravidade da irregularidade, tres coisas podem acontecer:
O Pet e levado para uma instalacao oficial de quarentena, onde permanece por dias ou semanas ate que a documentacao seja regularizada. O custo e do tutor e pode chegar a centenas de dolares por dia. Australia e Japao, por exemplo, tem quarentena obrigatoria de ate 180 dias mesmo com documentacao correta.
Se a documentacao nao pode ser corrigida no destino, o Pet e colocado no proximo voo de volta ao Brasil. O custo do retorno e do tutor, e o animal passa por mais horas de voo e estresse.
Em alguns casos, o fiscal permite um prazo curto (24 a 72 horas) para que o tutor apresente o documento faltante. O Pet fica retido no aeroporto ou em instalacao proxima ate a regularizacao.
Se voce esta no aeroporto de destino e o Pet foi barrado, siga estes passos:
Documentos em outro idioma podem conter termos que voce nao compreende. Peca traducao ou apoio consular antes de assinar.
O consulado pode intermediar a comunicacao com a autoridade sanitaria local, orientar sobre advogados e tradutores e, em casos graves, acionar o Itamaraty.
A companhia aerea pode ajudar a remarcar o voo de retorno, acionar o handling local e, em alguns casos, manter o Pet em area climatizada ate a resolucao.
Em paises com alto volume de entrada de Pets (EUA, Portugal, Reino Unido), existem despachantes que regularizam documentacao na hora. O custo e alto, mas pode evitar a quarentena.
Fotos, protocolos, nomes de fiscais, horarios. Se houver dano ao Pet ou cobranca indevida, esse material sera necessario para acao judicial no retorno ao Brasil.
A Pet Viajante acompanha o transporte de Pets ha anos e ja viu tutores chegarem com historias dificeis. Alguns exemplos (sem identificar clientes):
Um tutor embarcou do Brasil com o teste FAVN feito, mas o resultado estava com mais de 12 meses. Portugal exigia validade de 12 meses na data de entrada. O Pet ficou retido por 48 horas no aeroporto de Lisboa ate que um laboratorio local revalidou o exame.
O microchip do Pet era padrao FDX-A, mas o leitor da quarentena japonesa so lia ISO 11784/11785. O tutor nao levou leitor proprio. O Pet entrou em quarentena de 180 dias porque nao foi possivel confirmar a identidade do animal.
O tutor fez toda a documentacao correta, mas nao sabia que o Reino Unido exige tratamento contra tenia Echinococcus entre 24 e 120 horas antes do embarque. O Pet foi retido e o tutor precisou contratar um veterinario em Londres para aplicar o tratamento e liberar o animal.
Todos esses casos poderiam ter sido evitados com uma conferencia documental completa antes do embarque.
A Pet Viajante ja transportou mais de 15.000 Pets para mais de 70 paises. Parte do servico e justamente evitar que o Pet seja barrado no destino.
Antes do embarque, a equipe confere cada documento contra as exigencias especificas do pais de destino. Nao usamos checklist generico. Cada destino tem seu protocolo: Europa, EUA, Asia e Oceania tem regras diferentes.
Monitoramos os prazos de cada exame e vacina. A titulacao, por exemplo, pode levar 30 dias para ficar pronta. Se o tutor deixar para a ultima hora, nao da tempo. Alertamos com antecedencia.
Orientamos sobre o padrao de microchip aceito no destino e, quando necessario, recomendamos levar um leitor portatil como backup.
Levamos copias digitais e fisicas de todos os documentos. Se um papel e extraviado na mala, o tutor tem backup acessivel no celular.
O investimento no servico varia entre R$ 800 e R$ 7.000, dependendo do destino e do porte do Pet. Preencha o formulario para receber um orcamento.
Dependendo do pais e do problema, o Pet pode ser colocado em quarentena (dias a meses), retido temporariamente para regularizacao (24 a 72 horas) ou enviado de volta ao Brasil no proximo voo.
O tutor. Os custos de quarentena, alimentacao, acompanhamento veterinario e eventual retorno ao Brasil sao todos de responsabilidade do dono do animal.
Conferindo cada documento contra as exigencias especificas do pais de destino, respeitando prazos de vacinas e exames, e garantindo que o microchip seja compativel. A Pet Viajante faz essa conferencia como parte do servico.
Sim. O consulado brasileiro pode intermediar a comunicacao com a autoridade sanitaria local, orientar sobre seus direitos e indicar advogados ou tradutores no pais de destino.
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