Se você pesquisou por certificado zoossanitário, saiba que o documento existe e é obrigatório, mas mudou de nome. O CZI (Certificado Zoossanitário Internacional) era a nomenclatura antiga usada pelo MAPA. Hoje o nome oficial é CVI, Certificado Veterinário Internacional.
Na prática, é o mesmo documento com a mesma função: atestar oficialmente que o animal cumpre as exigências sanitárias do país de destino e autorizar sua saída do Brasil. Veterinários mais antigos, sites desatualizados e até alguns atendentes ainda falam CZI, então não se confunda: CZI e CVI são o mesmo certificado.
Quem emite é o Vigiagro, o serviço de vigilância agropecuária internacional do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), presente nos principais aeroportos do país. Sem ele, nenhuma companhia aérea embarca seu pet para o exterior.
O CVI consolida todo o histórico sanitário do animal em um documento oficial reconhecido pelo país de destino. Ele atesta:
Cada país tem um modelo de certificado acordado com o Brasil, por isso as exigências dentro do CVI mudam conforme o destino. Consulte o que cada país pede em requisitos por país.
A regra mais importante do certificado: ele só pode ser emitido até 10 dias antes do embarque. Essa janela curta existe porque o documento atesta o estado de saúde atual do animal.
O ideal é chegar na janela dos 10 dias com todo o resto pronto: microchip, vacina, sorologia e exames validados com antecedência. A visão completa do cronograma está em quanto tempo demora o processo.
Hoje a solicitação é digital, pelo e-CVI no Portal Gov.br, sem necessidade de ir presencialmente ao Vigiagro na maioria dos casos:
O tutorial detalhado, com telas e prazos de agendamento, está em como agendar o CVI no Vigiagro e em CVI passo a passo.
Tenha tudo digitalizado e legível antes de abrir a solicitação:
| Documento | Observação |
|---|---|
| Certificado de implantação do microchip | Padrão ISO, com data anterior à vacina |
| Carteira de vacinação | Antirrábica válida, com lote, validade, assinatura e carimbo do veterinário |
| Laudo de sorologia | Laboratório credenciado, resultado ≥0,5 UI/ml (quando exigido) |
| Atestado de saúde | Emitido dias antes do voo, conforme o destino |
| Comprovantes de tratamentos | Vermífugos e antiparasitários nas datas exigidas |
| Documento do tutor e dados do voo | Nome igual ao da passagem e reserva confirmada |
Para destinos da União Europeia, o processo gera também o certificado TRACES, o registro sanitário europeu. Se o destino for Portugal, veja o fluxo completo em transporte de pets para Portugal.
A emissão do certificado é gratuita e qualquer tutor pode fazer. O risco não está na taxa, está nos detalhes: uma data inconsistente entre microchip e vacina, um laudo de laboratório não credenciado ou um campo divergente no formulário fazem o processo ser devolvido, e a janela de 10 dias não perdoa retrabalho.
A Pet Viajante LTDA, fundada em 2023 pela advogada Luanna Lopes, já conduziu a emissão desse certificado em mais de 15.000 processos, com veterinários próprios auditando cada documento antes do envio ao Vigiagro. O atendimento é 24h em português, com nota 5,0 no Google, escritórios em São Paulo e Maringá e suporte presencial em Lisboa, Londres, Miami e Buenos Aires.
Os serviços vão de R$ 800 (assessoria documental, ideal para quem quer só a segurança do certificado sair certo) a R$ 7.000 (serviço completo). Orçamento gratuito pelo WhatsApp +55 11 94244-2431, e o checklist geral está em documentação para viagem internacional de pet.
Sim. CZI (Certificado Zoossanitário Internacional) era o nome antigo do documento, que hoje se chama oficialmente CVI, Certificado Veterinário Internacional. A função é a mesma: autorizar a saída do animal do Brasil, emitido pelo Vigiagro/MAPA.
A emissão pelo Vigiagro/MAPA é gratuita. Os custos do processo estão nos exames, vacinas, sorologia em laboratório credenciado e, se você contratar, na assessoria, que na Pet Viajante vai de R$ 800 a R$ 7.000 conforme o serviço.
O CVI só pode ser emitido até 10 dias antes do embarque. Se o voo for adiado para além dessa janela, o certificado perde a validade e é preciso emitir um novo.
Sim. A solicitação é feita pelo e-CVI no Portal Gov.br, no sistema do MAPA, com os documentos digitalizados. A análise é remota e o certificado sai com QR code, sem necessidade de comparecer ao Vigiagro na maioria dos casos.
A companhia aérea recusa o embarque do animal no check-in. E se de alguma forma o pet chegar ao destino sem o certificado, a autoridade sanitária local pode retê-lo ou devolvê-lo ao Brasil às custas do tutor.
Sim. O CVI é obrigatório para cães e gatos em qualquer viagem internacional saindo do Brasil, mesmo para destinos com poucas exigências de entrada, como os EUA para felinos.
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