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Como conferir os documentos do Pet antes do embarque | A auditoria de 15 itens que usamos em cada voo

Confira em 3 blocos, nesta ordem: identidade, datas e embarque. É o mesmo pente-fino que a gente roda antes de cada um dos nossos voos: primeiro, se o número do microchip e os nomes são idênticos em todos os documentos; depois, se cada data cai na ordem certa e vale no dia do desembarque, não só no do embarque; por fim, se caixa, reserva e cópias estão prontas para o balcão. São 15 itens. Um único deles errado já barrou embarque de tutor que 'tinha feito tudo certo'.

Bloco 1: identidade (5 itens, confira dígito a dígito)

Regras conferidas em setembro/2026. A maioria das recusas documentais não vem de documento faltando: vem de documento que não bate com outro. Pegue todos os papéis, coloque lado a lado e confira:

Se encontrar divergência no CVI, não improvise: veja CVI emitido com dados errados, o que fazer.

Bloco 2: datas (6 itens, o dominó que derruba embarques)

Aqui mora o erro mais cruel do processo por conta própria. Não basta cada documento estar válido: eles precisam estar válidos na ordem certa e até o dia do desembarque.

Está montando o cronograma ainda? O guia por conta própria mostra o encadeamento completo, e o Índice de Dificuldade diz o quanto o seu destino perdoa erro.

Bloco 3: embarque (4 itens para o dia D)

Esses quatro itens têm um capítulo inteiro no nosso checklist do que a maioria esquece, incluindo embargo de temperatura, peso total e adaptação à caixa.

A conferência de véspera (5 itens, 10 minutos)

Na noite anterior ao voo, com tudo já auditado, rode só isto:

A frase que a gente repete internamente antes de cada um dos nossos embarques vale para o seu: documento não se confere no balcão, se confere em casa, com tempo de corrigir. Em mais de 15.000 Pets embarcados para 70+ países, nunca vimos um embarque cair por excesso de conferência. E cerca de metade dos nossos clientes veio de processo por conta própria que travou, quase sempre num item desta lista. Se bater dúvida em qualquer um dos 15, a gente audita o que você já fez antes do dia D.

Perguntas frequentes

O que conferir primeiro nos documentos do Pet?

O número do microchip. Ele precisa ser idêntico, dígito a dígito, na carteirinha de vacinação, no laudo da sorologia, no atestado de saúde e no CVI. Divergência de chip é o erro de identidade mais comum e invalida o conjunto de documentos.

Como sei se a vacina antirrábica do meu Pet vale para viagem?

Três condições: aplicada depois do microchip (compare as datas na carteirinha), com pelo menos 21 dias de carência desde a primovacinação, e válida até o dia do desembarque no destino, não só o do embarque.

Quando devo emitir o CVI para não vencer antes do voo?

O mais perto possível do embarque, dentro da janela aceita pelo destino: para a União Europeia a validade é de 10 dias, cobrindo embarque e chegada. Emitir cedo demais é um dos erros mais comuns, porque o certificado vence no meio do caminho.

Preciso conferir regras do país de escala também?

Sim. Quem conecta em outro país a caminho do destino final pode precisar cumprir exigências do hub de conexão, e o documento do destino não cobre o trânsito automaticamente. Confira as regras de cada perna da rota, inclusive as da companhia aérea.

Vale a pena pedir uma revisão profissional dos documentos antes do voo?

Se o destino exige sorologia, se a data não pode mudar ou se qualquer item da auditoria deixou dúvida, sim. Uma revisão confere documento por documento contra as exigências do destino e da companhia, e custa muito menos que uma passagem perdida no balcão.

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