Depois do Brexit, o Reino Unido manteve um dos regimes mais rígidos do mundo para entrada de animais:
Ou seja: mesmo o tutor mais organizado do mundo precisará contratar intermediários. A pergunta real não é "dá para fazer sozinho?", e sim "quem vai coordenar essa cadeia?".
Cada elo depende do anterior. Um atraso de voo pode estourar a janela do vermífugo; um campo errado no certificado segura o animal no terminal.
O Reino Unido é dos poucos destinos onde o erro não significa só "voltar para casa e remarcar". Animal que chega com documentação incorreta pode ficar retido no terminal animal, com custos diários, ou ser devolvido ao país de origem às custas do tutor. A fiscalização britânica é conhecida por não flexibilizar.
Também vale checar a legislação de raças: o Dangerous Dogs Act proíbe a entrada de raças como Pit Bull Terrier e, desde 2024, XL Bully, sem exceção para turistas ou mudança.
Este é o único destino europeu onde não fazemos versão "faça você mesmo" do guia: a estrutura do sistema britânico já pressupõe intermediários credenciados. O que o tutor escolhe é entre coordenar sozinho vários fornecedores (agente de carga, veterinário, despachante na chegada) ou ter um responsável único pela cadeia inteira.
A Pet Viajante já embarcou mais de 15.000 Pets para mais de 70 países, incluindo a rota Brasil–Reino Unido com toda a coordenação de cargo, TRACES e janela de vermífugo. Se o seu destino é Londres ou qualquer cidade britânica, fale com a gente antes de comprar qualquer passagem: a ordem dos passos nessa rota importa mais do que em qualquer outra. Veja também o guia geral por conta própria.
Não em voos vindos do Brasil. O Reino Unido não aceita Pets na cabine nem no porão comum nessa rota: a entrada é somente como carga (cargo), via terminal animal, com agente de carga e documentação específica.
Para cães, um tratamento contra Echinococcus aplicado por veterinário entre 24 e 120 horas antes da CHEGADA ao Reino Unido, registrado no certificado. Fora dessa janela, o animal pode ficar retido.
É um dos destinos mais caros: além do preparo sanitário no Brasil, há o frete de cargo vivo, taxas do terminal animal e despacho na chegada. O total costuma ficar entre os mais altos de todas as rotas internacionais.
O Dangerous Dogs Act proíbe raças como Pit Bull Terrier, Japanese Tosa, Dogo Argentino, Fila Brasileiro e, desde 2024, o XL Bully. Não há exceção para mudança ou turismo.
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