Histórias reais
Cabine, ações judiciais, reencontros e mudanças de vida. Estas são algumas das famílias que viajaram com a gente, com link para os posts originais.
Cão de serviço não tira férias. Com a aprovação da companhia aérea conduzida por nós, a Chanel voou na cabine e realizou o sonho da Disney ao lado da tutora.
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O CDC mudou as exigências durante o processo. Replanejamos a rota, acompanhamos a chegada e rodamos mais de 24 horas de carro até entregar a Vic nos braços da Ágata.
Braquicefálico, ele precisava da cabine. Deu tão certo que a Gisele voltou para a segunda viagem e já organiza a terceira com a gente.
SRD de 12 kg e suporte emocional da Jéssica, ele embarcou na cabine com uma autorização conquistada na Justiça pela nossa equipe jurídica.
O pesadelo de todo tutor de bulldog francês é a recusa no aeroporto. Planejamos cada medida e o Marcos embarcou ao lado dela com tudo certo.
Grande porte e focinho curto: o caso que toda companhia recusa. Como cão de serviço, com o processo certo, o Lion viajou ao lado do Felipe até os EUA.
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A Rosedalva não deixou ninguém para trás: chow chow, pug e gatinho embarcaram juntos para a Irlanda com liminar judicial. O piloto veio parabenizar.
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Buldogues franceses, suporte emocional da Railla e acima do peso permitido. A medida judicial garantiu os dois voando juntinhos até Portugal.
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A Gisele já morava no Canadá e nenhuma companhia aceitava o Bordô. Com a estratégia certa, ele embarcou como suporte emocional e a família se reuniu.
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Em 2024 ele foi ao encontro dela nos EUA. Agora, chamados com urgência dias antes do voo, trouxemos ele de volta ao Brasil no prazo.
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De Aquiraz até Kelowna. Ela foi buscá-lo de óculos escuros porque sabia que ia chorar. E chorou. O vídeo desse reencontro diz tudo.
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Cuidamos de tudo desde a sorologia e garantimos o embarque na Justiça. "Não viríamos sem a Stout de modo algum", contou a família, já em Portugal.
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Um buldogue francês fora das medidas aceitas, uma tutora decidida e uma ação judicial aprovada: embarque na cabine rumo à França.
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A tutora esperava na Alemanha; quem embarcou com a Frida foi o pai dela, o Francisco, orientado pela gente em cada etapa. O abraço no final valeu tudo.
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Levar um gato para o Reino Unido é um dos processos mais exigentes que existem. A Carolina não precisou se preocupar com nenhuma etapa.
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Mudança a trabalho da família do André. Com a papelada impecável, a Vicky voou na cabine e passou pelo facility de Atlanta em tempo recorde.
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Cães de serviço da Luana e do Robert, os dois viajaram dos EUA ao Brasil na cabine, fora da caixinha, esbanjando charme pelos corredores do avião.
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Da clínica para a sorologia no interior até a documentação elogiada pela TAP no check-in. O reencontro com os tutores foi puro amor.
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A nova fase da Jessica só fazia sentido com a Amora do lado. Cuidamos da sorologia à documentação final, com suporte presencial até o embarque.
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Cão de serviço do Marco Antônio, o Benja foi aprovado pela companhia e voou na cabine. Sem estresse e sem medicação: só conforto.
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"Sentimos segurança em todo o processo", resumiu a Karen. A Serena hoje vive o novo capítulo da família nos Estados Unidos.
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"Faltam-me palavras para elogiar", disse a tutora na chegada. Sorologia, documentação e desembarque planejados do início ao fim.
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O Fábio e a Thalita confiaram o processo inteiro à nossa equipe, das exigências canadenses às regras da companhia aérea. Viagem tranquila do início ao fim.
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A Sophia saiu passeando pelo aeroporto; a Maya, segura, entrou na caixa sem ninguém pedir na hora da van. Sinal de viagem bem-feita.
Ver no Instagram →Toda viagem aqui começou com uma cotação gratuita. Conte pra gente o seu destino.
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