Diferente de Austrália, Nova Zelândia e Japão, os Estados Unidos adotam um modelo de controle documental, não de isolamento. A lógica do CDC (Centers for Disease Control and Prevention) é simples: se o cão está microchipado, vacinado contra raiva e identificado no formulário oficial, ele não representa risco sanitário e pode entrar normalmente.
Isso vale para cães vindos do Brasil, que desde 2024 é classificado pelo CDC como país de alto risco de raiva. A classificação não impede a entrada, apenas aumenta as exigências de comprovação.
Ou seja: o seu pet desembarca e vai com você para casa no mesmo dia. Não há centro de quarentena, não há taxa de isolamento, não há espera. O que existe é tolerância zero com documentação errada.
Em agosto de 2024 o CDC unificou as regras de importação de cães. Para cães vindos de países de alto risco de raiva, como o Brasil, as exigências são:
O detalhamento completo, incluindo os cenários de vacinação feita nos EUA ou fora, está em regras do CDC para cachorro nos EUA.
Este é o ponto que mais assusta, e com razão. Se o cão chega aos EUA com documentação incompleta ou incorreta, o CDC pode determinar a devolução do animal ao país de origem, no próximo voo disponível, com todos os custos pagos pelo tutor.
Por isso a conferência tripla da documentação antes do embarque não é exagero. No serviço da Pet Viajante, veterinários próprios validam cada item, do número do microchip à data da vacina, antes de liberar o check-in. Veja o checklist geral em documentação para viagem internacional de pet.
Para gatos, a regra federal é ainda mais simples: o CDC não exige vacina antirrábica nem formulário para a entrada de gatos nos Estados Unidos. Basta que o animal aparente boa saúde na chegada.
Mas atenção a dois pontos:
O guia completo para felinos, incluindo cabine, caixa e adaptação, está em transporte internacional de gatos.
O processo para os Estados Unidos é um dos mais rápidos entre os grandes destinos: 60 a 90 dias de preparação são suficientes na maioria dos casos.
| Etapa | Quando fazer |
|---|---|
| Microchip ISO | Início do processo, antes da vacina |
| Vacina antirrábica | Após o microchip, com validade cobrindo a viagem |
| CDC Dog Import Form | Online, antes do voo (guardar o recibo) |
| Atestado de saúde | Poucos dias antes do embarque |
| CVI no Vigiagro/MAPA | Até 10 dias antes do voo |
O CVI é o documento oficial de saída do Brasil, veja como emitir em como agendar o CVI no Vigiagro. E confirme que a vacina do seu pet atende às regras de validade em vacina antirrábica para viagem internacional.
Os Estados Unidos estão entre os destinos mais comuns dos mais de 15.000 pets que a Pet Viajante já transportou. A equipe de cerca de 60 profissionais, com veterinários próprios, cuida de tudo: microchip, vacina, CDC Dog Import Form, CVI no Vigiagro e reserva na companhia aérea.
Além do atendimento 24h em português, a Pet Viajante tem suporte presencial em Miami, o que ajuda muito na chegada de quem desembarca na Flórida. Os serviços vão de R$ 800 (assessoria documental) a R$ 7.000 (serviço completo), com orçamento gratuito pelo WhatsApp +55 11 94244-2431.
Quer comparar antes de contratar? Veja como escolher a melhor empresa de transporte internacional de pets e os custos por país.
Não. Com o CDC Dog Import Form preenchido, microchip ISO, vacina antirrábica válida e idade mínima de 6 meses, o cão entra nos Estados Unidos no mesmo dia, sem qualquer período de isolamento.
É o formulário online e gratuito do CDC, obrigatório para todo cão que entra nos EUA. Ele gera um recibo que deve ser apresentado no embarque e na imigração. Sem ele, a companhia aérea nem aceita o animal no voo.
O CDC pode determinar a devolução do animal ao Brasil no próximo voo disponível, com todos os custos pagos pelo tutor. Não há reembolso. Por isso a documentação precisa ser conferida antes do embarque.
Não há exigência federal do CDC para gatos, mas alguns estados americanos exigem a vacina. Além disso, o Brasil exige vacinas em dia e o CVI do Vigiagro para o gato sair do país. Na prática, vacinar é sempre recomendado.
De 60 a 90 dias é o ideal. É um dos processos mais rápidos entre os grandes destinos, porque não exige sorologia na maioria dos casos. O CVI sai até 10 dias antes do voo.
Cães só entram nos EUA com no mínimo 6 meses de idade, segundo as regras do CDC para países de alto risco de raiva, como o Brasil. Filhotes abaixo dessa idade precisam esperar.
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